Velórios sem padre e funerais limitados a dez pessoas.

Como a Covid-19 está a mudar as cerimónias fúnebres em Portugal
Velórios sem missa, com o caixão fechado e junto da sepultura ou do crematório. Funerais sem cortejo, mais breves e com o máximo de dez pessoas. Como as cerimónias fúnebres já estão a mudar.
A prioridade da DGS foi precisamente estabelecer procedimentos que as funerárias devem seguir no caso de cadáveres de pessoas infetadas com Covid-19. Segundo as normas da autoridade de saúde, o cadáver não deve estar vestido e deve ser colocado num saco impermeável — “preferencialmente dupla embalagem”. O corpo é depois colocado num caixão fechado que não deverá voltar a ser aberto. “De preferência”, lê-se na diretiva emitida pela DGS, “deve optar-se pela cremação, “embora não seja obrigatório fazê-lo”. Outras instruções, podem ser lidas aqui.
Ainda que não haja, pelo menos para já, um único procedimento geral aplicado por todas as agências funerárias, há regras que já são comuns — embora muitos familiares a elas tentem resistir. Ainda antes de o Governo estabelecer “regras genéricas” para cerimónias fúnebres, já várias funerárias tinham passado a adotar por modo próprio regras mais restritivas nas cerimónias fúnebres.
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